Pois é, Vitor, precisamos abrir essa fronteira para questionar o que temos a oferecer. Sempre achei que as mpressoras são máquinas mais notáveis que os computadores que as acionam, porque eles operam em universos criados por si mesmos, enquanto elas operam no mundo real de papel e tinta. As sondas espaciais enviadas à Marte enfrentam problemas diferentes dos robots das indústrias porque seus objetivos não são bem definidos, não sabem o que encontrarão. Creio que a 4ªAcontecelagem (no feminino, por favor) pode nos levar a uma fronteira assim. Escolhi o título "Imunologia para mães" porque é algo que nos leva a contemplar um horizonte muito amplo de problemas. Meu contato com pediatria e pediatras é mínimo, mas pelo que escuto eventualmente de mães angustiadas com o adoecer de seus filhos e filhas, não é o que eu gostaria de escutar. "Alergias" são invocadas em muitos contextos não previstos; antibióticos e corticóides são os fármacos mais usados. Não escuto uma preocupação com a dieta e o modo de vida, em geral, a higiene. Enfim, não quero entrar nisso agora. Quero questionar o que temos a oferecer, que seja diferente do que a medicina tradicional oferece; mais que a medicina, quero questionar o que podemos contar às mães do que aprendemos nesses anos. Creio que a visão sobre "germes" ainda é hollywoodiana, ameaçadora. Principalmente, talvez, negligenciamos o quanto não sabemos. Não sabemos, por exemplo, o que a a terra, o solo, o que ele contém de microorganismos e de invertebrados (pdf anexo).
Temos que organizar de imediato um blog(?) e alistar (?) os participantes na Acontecelagem, basicamente os labs da Cláudia e da Ana, mais você e o Gustavo. Você faria isto?
Abraço
Nelson
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
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